COLÓQUIO 2016

Nos dias 16 e 17 de junho, o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão, Campus São Luís – Monte Castelo realizará o II COLÓQUIO DE LÍNGUAS DO IFMA.

 

Com tema Múltiplos letramentos e Multiletramentos: práticas de letramento no ensino básico, técnico e tecnológico, o evento objetiva propiciar um espaço de debate e construção de ações pedagógicas que culminem em novos procedimentos teóricos, didáticos e metodológicos para o ensino de línguas na educação básica, técnica e tecnológica.

 

O público-alvo são professores de línguas ou áreas afins, estudantes de Letras e pós-graduação nas áreas de Linguística, Letras e Literatura.Inscrições e submissão de trabalhos.

 

As inscrições para o II COLÓQUIO DE LÍNGUAS DO IFMA estarão abertas de 24 de maio a 15 de junho.

 

O prazo para submeter trabalhos vai até o dia 10 de junho.

 

Cada trabalho deverá ter no máximo quatro autores. O regulamento e o modelo de template estão disponíveis no site do GEFORLIN.

 
PROGRAMAÇÃO

Jun 16, 2016

8:00 - 17:00

Credenciamento/ Entrega de Material

 

Jun 16, 2016

9:00 - 10:30

Abertura do Colóquio/ Chefa do DAL /Coordenadores do Evento

Palestra: A importância do Letramento digital para a educação

básica

Profa Dra Regina Cláudia Pinheiro – UECE

 

Resumo: Considerando ainda que a aprendizagem da Língua Portuguesa é de suma importância para o bom desempenho do aluno para o resto de sua vida e que em sociedades tecnologizadas, como a que vivenciamos atualmente, muitas práticas com a leitura e escrita são permeadas pelas tecnologias digitais, os docentes das diversas disciplinas não podem se eximir de inserir essas tecnologias na aprendizagem dos alunos. No entanto, a inserção dessas tecnologias não pode ser algo apenas para inserir novas tecnologias em velhas metodologias, reproduzindo desse modo uma aprendizagem mecânica. Sendo assim, esta palestra consiste em conscientizar os participantes da necessidade de inserir, nas atividades de Língua Portuguesa, o uso das tecnologias digitais e mostrar que essas atividades devem ser selecionadas com o intuito de letrar digitalmente os alunos.

Jun 16, 2016

10:30 - 12:00

Palestra: A LÍNGUA PORTUGUESA NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL

A linguagem construindo a atividade do professor

Profa. Dra. Sueli Valezi – IFMT/CUIABÁ

 

RESUMO: O trabalho do professor de língua portuguesa no contexto da educação profissional de nível médio e superior tornou-se um importante objeto de investigação nos últimos anos devido ao ritmo acelerado das transformações sócio- históricas, impelindo a uma vertiginosa expansão da educação profissional no país e consequente ampliação na oferta de cursos de diferentes níveis e modalidades nas instituições que, predominantemente, ofertam cursos de formação profissional. Para as análises interpretativas das ações linguageiras materializadas em textos que versam sobre o trabalho do docente de Língua Portuguesa, foram utilizadas bases epistemológicas filiadas à Linguística Aplicada, especialmente pinçadas do Interacionismo Sociodiscursivo (ISD) (BRONCKART, 1999, 2006, 2008), com suas investigações sobre textos, linguagem e trabalho, e autores brasileiros como (MACHADO, 2004; MACHADO e BRONCKART, 2009; Machado et al, 2011). A apresentação tem como objetivo inicial abordar dados relativos aos parâmetros do contexto macrossocial que tem construído a história da educação profissional nas instituições federais de ensino representadas pelo IFMT e, por conseguinte, reconfigurado o agir do professor de língua portuguesa (VALEZI, 2014). Pretende- se, ainda, discutir o gênero de atividade docente sob a perspectiva da semiologia do agir a partir de textos produzidos sobre o trabalho com o intuito de construir representações que, mais do que desvelar sentidos reflexivos, contribuam para a identificação de demandas de formação desse professor que se depara com os grandes desafios requeridos pelos cursos de formação para o trabalho.

PALVRAS-CHAVE: Educação Profissional; Atividade do Professor; Ensino de Língua Portuguesa.

Jun 16, 2016

12:00 - 13:30

Intervalo/ Almoço

Jun 16, 2016

13:30 - 17:30

Minicursos

JOGOS E ATIVIDADES DIGITAIS PARA DESENVOLVER O LETRAMENTO DIGITAL DE ALUNOS DO ENSINO MÉDIO

Regina Cláudia Pinheiro (UECE/FUNCAP)

 

Resumo: Sabemos que as ferramentas tecnológicas adentraram às escolas, no entanto, a formação de professores para a utilização dessa ferramenta pedagógica ainda é exímia. Estes compreendem a importância do uso das tecnologias digitais para o ensino, mas não sabem o quê e como fazer para extrair as reais possibilidades pedagógicas dessas tecnologias. Sendo assim, este mini curso objetiva estimular os profissionais da educação a refletir sobre uso das tecnologias digitais no ensino de Língua Portuguesa, bem como mostrar possibilidades de uso de atividades e jogos digitais para aprendizagem dos alunos. Esta ação ajudará professores a selecionar atividades e jogos digitais para desenvolver o letramento dos alunos do Ensino Médio.

 

O GÊNERO RELATÓRIO TÉCNICO: UM INSTRUMENTO MEDIADOR EM AULAS DE LÍNGUA PORTUGUESA NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL

Profa. Dra. Sueli Valezi – IFMT/CUIABÁ

RESUMO: O minicurso propõe discutir o processo de transposição didática do gênero "relatório técnico", partindo do pressuposto de que as mediações formativas (NASCIMENTO, 2010) que envolvem o ensino de língua portuguesa em cursos de nível médio técnico e superior podem ser realizadas por esse gênero, pois ele funciona como um instrumento semiótico de uma prática social de referência do mundo do trabalho. Os pressupostos teórico-metodológicos que subsidiaram a modelização didática foi a engenharia de análise textual proposta por Bronckart (1999, 2006, 2008), bem como as orientações didáticas postuladas por Schneuwly e Dolz (2004, 2009), Nascimento (2009) e Cristóvão e Nascimento (2004) cuja compreensão epistemológica parte da premissa de que as ações de linguagem são materializadas por gêneros de texto. Na transposição didática fez-se um levantamento dos elementos caracterizadores das condições de produção, da infraestrutura textual e dos mecanismos linguístico-discursivos. Nesse levantamento foram identificados os elementos ensináveis para a construção de uma sequência didática desse gênero com o intuito de desenvolver capacidades de linguagem de alunos de um curso de nível superior tecnológico da área profissional de informática. Além da discussão teórica sobre o processo de transposição didática do gênero, propor-se-á, aos participantes do minicurso, a análise de uma das oficinas de implementação da sequência didática.

PALAVRAS-CHAVE: Transposição Didática. Modelização de Gênero. Educação Profissional. Relatório Técnico.

 

AULA DE LEITURA: ARTICULAÇÃO DO ESTUDO DE GÊNERO DE TEXTO ARTIGO DE OPINIÃO COM ANÁLISE LINGUÍSTICA

Adair Vieira Gonçalves (UFGD/CNPq) Paula Francineti Ribeiro de Araújo (UFGD/IFMA)

 

Resumo: Como desenvolver aulas de leitura de forma produtiva em sala de aula? Decorrente desta pergunta, almejamos apresentar um dispositivo didático para estudantes do Ensino Médio, com base no modelo comunicativo-interativo de leitura e no modelo didático do gênero textual. A primeira etapa sugerida para as aulas de leitura consiste em orientar e ativar os conhecimentos partilhados pelos alunos para facilitar a leitura (CICUREL, 1991; LEURQUIN, 2014); na segunda etapa de leitura, recomenda-se um trabalho sistemático com as dimensões ensináveis referentes ao conjunto de observáveis, propriedades de ordem semântica, léxico-sintática e paralinguística do gênero artigo de opinião, e ao contexto de produção, conjunto de parâmetros que exerce uma influência sobre a forma como o texto se organiza e aos níveis do folhado textual: gestão dos tipos de

discurso que compõem o texto e condicionam sua infraestrutura, dos mecanismos de textualização e dos mecanismos enunciativos. (BRONCKART 2007; ADAM, 2008; DOLZ, GAGNON E DECÂNDIO, 2010).
Palavras-chave: Leitura comunicativo-interativa. Gênero de texto. Modelo Didático. Artigo de Opinião.

 

A SEQUÊNCIA DIDÁTICA COMO DISPOSITIVO PARA O DESENVOLVIMENTO LINGUAGEIRO DO APRENDIZ

Profa Dra Eulália Vera Lúcia Leurquin – UFC

 

RESUMO: Desde a chegada dos Parâmetros Curriculares Nacionais às escolas ficou muito evidente o descompasso entre o trabalho real e o trabalho prescritivo. A prática do ensino que temos em sala de aula e a proposta desenhada nesse documento são completamente diferentes. É nesse contexto que a sequência didática pode ser apresentada como uma possibilidade de contribuir para uma mudança de perspectiva. Estudos já vêm mostrando que ela é um dispositivo importante e que pode contribuir positivamente para ampliar as competências linguageiras dos estudantes. Mas é necessário fazer fazendo em sala de aula, pois é nesse espaço que o desafio ganha forma. Há uma dificuldade, parece, em saber contemplar os saberes a ensinar e os saberes para o ensino (VANHULE, 2008). Em um plano posterior, há outro desafio: uma dificuldade em realizar uma transposição didática produtiva. Alinhando-se à proposta da sequência didática, propomos investir, então, em questões que dizem respeito ao texto; em questões que contemplem o discurso; em saber atuar como mediador no processo de ensino e aprendizagem, considerando essas reflexões. Neste minicurso, nosso objetivo maior é refleti sobre a teoria e prática da sequência didática em situação de produção de texto e de leitura. Para tanto, partimos dos sequentes questionamentos: de que maneira a sequência didática contribui para desenvolver competências linguageiras? Como atua o professor na mediação dos conhecimentos dos seus alunos em situação das sequências didáticas? Como trabalhar a partir das sequências didáticas distanciando-se de um ensino tradicional?

Palavras chave: sequência didática, teoria e prática, ensino e aprendizagem

Jun 17, 2016

08:00 - 10:00

Mesa redonda: Atividades linguageiras no espaço de sala de aula do ensino profissionalizante

Jun 17, 2016

10:00 - 10:30

Intervalo

Jun 17, 2016

10:30 - 12:00

Comunicações

Eixos temáticos:

 

1. Multiletramentos

2. Linguagem e tecnologia

3. Ensino e aprendizagens de língua

4. Literatura e ensino de línguas

Jun 17, 2016

13:30 - 15:00

Mesa redonda: O espaço dos gêneros literários nos IFs

Jun 17, 2016

15:30 - 16:30

Palestra

Palestra: O letramento informacional digital de universitários

Prof Dr Adair Vieira Gonçalves – UFGD

 

RESUMO: Inserida no campo aplicado dos estudos da linguagem, esta pesquisa investiga o percurso da busca de informações na internet, realizada por estudantes universitários. Visando à formação docente, onde investigamos o letramento informacional digital de 10 acadêmicos do primeiro e 10 do quarto ano do curso de Letras da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD), durante o ano de 2013, por meio do desenvolvimento de uma atividade experimental direcionada, para investigar as estratégias pessoais de busca de informações na internet. Neste trabalho, discutimos a própria metodologia de recuperação do processo de leitura e de registro de informações, que é o objetivo geral da pesquisa. Para a geração de dados, utilizamos o software Camtasia Studio, gravando voz e imagens dos participantes, de forma que pudéssemos acompanhar a direção do olhar dos leitores durante o processo de busca. Para a análise, utilizamos como referência teórico-metodológica o trabalho de Shankar, que apresenta o modelo de Ellis, composto de seis estágios: 1. Start; 2. Chaining; 3. Browsing; 4. Differentiating: 5. Monitoring: 6. Extracting. Diante dos resultados, constatamos que os acadêmicos não têm recebido formação específica de Letramento Informacional Digital (LID) durante o curso de graduação, e que as práticas de letramento são variadas. Constatamos ainda que da amostra escolhida, os alunos do primeiro ano continuam reproduzindo práticas comuns no Ensino Fundamental e Médio (fontes de consultas), mas inovando na questão de práticas de letramento (várias fontes, extração secundária e uso de imagens); por outro lado, os alunos do quarto ano, em relação às mesmas práticas, parecem regredir com o passar do tempo no curso de formação inicial (uso de poucas imagens, extrações primárias e fontes de acesso com reconhecimento notório – “fontes mais seguras”). De forma geral, os estudantes fizeram usos de palavras-chave, frases-chaves e imagens para buscar informações. Acreditamos que esta investigação poderá auxiliar os docentes a aprimorar as metodologias de ensino, o que formaria alunos com práticas inovadoras frente às possibilidades de aquisição e ampliação de conhecimentos frente à rede mundial de computadores.

Jun 17, 2016

16:30 - 18:00

Palestra de encerramento

Palestra de encerramento: Gêneros textuais e letramento: a produção do material didático em cena.

Profa Dra Eulália Vera Lúcia Leurquin – UFC

Os gêneros textuais têm um papel fundamental nas discussões sobre o letramento. Um ponto forte de convergência nessa situação é o fato de que o letramento se realiza na interação, que se organiza em textos em forma diversa de gêneros, a depender do propósito comunicacional. Tratar dessa questão, articulando-a à produção, avaliação e utilização do material didático em sala de aula, permite-nos refletir o próprio ensino e aprendizagem de línguas. Nosso objetivo nessa fala é apresentar resultados do projeto Oficina de produção de material de português língua estrangeira, em desenvolvimento na Universidade Federal do Ceará desde 2012, cujo alvo é o Curso Português Língua Estrangeira: língua e cultura brasileiras. Das Oficinas, fazem parte seis alunos do Curso de Letras, que assumem o papel de professor no curso referido. No recorte que fizemos, centramo-nos na orientação, no uso e na avaliação de material didático. Nossa posição teórica é a de que o ensino e aprendizagem de língua deve ter base na abordagem comunicativa, mas que é necessário investir em atividades a partir de gêneros textuais que contribuem na resolução de desafios lançados em sala de aula. As atividades de leitura têm base nos estudos desenvolvidos por Bronckart (1999) e nos encaminhamentos para a aula de leitura segundo Leurquin (2015); em Schneuwly e Dolz, ancoramo-nos para tratar da produção textual (2004). Para as atividades de Resultados mostram que os estudantes adquiriram competências para produzir materiais didáticos, têm mais interesse pelo curso; ficaram mais sensíveis às discussões sobre o material didático; assumem com mais tranquilidade a sala de aula e passaram a ver mais oportunidades na formação inicial do professor de língua portuguesa.

Palavras chave: material didático; português língua estrangeira; leitura.

Jun 17, 2016

Apresentação Cultural

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PALESTRANTES

Dra. Regina Cláudia Pinheiro

É mestre e doutora em Linguística pela Universidade Federal do Ceará. Atualmente é professora da Universidade Estadual do Ceará, lotada no Centro de Educação, Ciências e Tecnologias da Região dos Inhamuns - CECITEC. Tem experiência na área de Linguística, com ênfase em Linguística Aplicada, atuando principalmente nos seguintes temas: letramentos, letramentos em ambientes digitais, formação de professores de Língua Portuguesa para o uso de tecnologias digitais, leitura e escrita em ambientes digitais.

Dra Sueli Correia Lemes Valezi

 

 

Graduada em Letras Anglo-Portuguesas pela Fundação Faculdade Estadual de Filosofia Ciências Letras Cornélio Procópio (1990), tem Especialização em Teorias e Práticas Textuais: Linguagem, Epilinguagem e Metalinguagem. É Mestre em Estudos de Linguagem pela Universidade Federal de Mato Grosso (2005). Doutora em Estudos da Linguagem pela UEL-Londrina-PR (2014). Professora efetiva de cursos de nível médio, técnico, tecnológico e bacharelado do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso, Campus Cuiabá. Tem experiência na área de Ensino de Língua Portuguesa, Literatura, Português Instrumental, Metodologia da Pesquisa Científica, Lingüística, com ênfase na Análise de Discurso, na Teoria de Gêneros Textuais e no Interacionismo Sociodiscursivo. Atua principalmente nos seguintes temas: Análise de Discurso, Gêneros Textuais e Educação, Linguística Aplicada, Metodologia do Ensino de Língua Portuguesa, Português Instrumental, Educação Profissional, Formação de Professores.

Dr. Adair Vieira Gonçalves

 

Possui graduação em Curso de Licenciatura em Letras - Faculdades Toledo de Araçatuba (1990), mestrado em Filologia e Linguística Portuguesa pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (2002) , Doutorado em Linguística e Língua Portuguesa pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho/UNESP (2007), com estágio sanduíche em Didática de Língua Materna na Faculté de Psychologie et Sciences de lEducation (FAPSE), da Université de Genève (UNIGE), Suíça, sob a direção do Prof. Dr. Joaquim Dolz. Atualmente é professor adjunto da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD), atuando no Programa de Pós-graduação em letras da UFGD e no Programa de Pós-graduação em Letras- Ensino de Língua e de Literatura da Universidade Federal do Tocantins- campus de Araguaína, e pesquisador nível 2 do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. É vice-líder do GT/ANPOLL Gêneros textuais/discursivos e Editor da Revista Raído. Tem experiência na área de Linguística, com ênfase em Linguística Aplicada, e atua nos temas: ensino-aprendizagem de Língua Portuguesa , formação de professor de Língua Portuguesa na abordagem da teoria enunciativa de Bakhtin e dos gêneros do discurso e na vertente do interacionismo sociodiscursivo.

Dra. Eulália Vera Lúcia Leurquin

 

Possui graduação em Letras pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (1986), Mestrado em Educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (1997) e Doutorado em Educação pela mesma universidade (2001). É professora associado da Universidade Federal do Ceará. Coordenou o Programa de Pós-graduação em Linguística e o MINTER/UFC/UFMA. Coordenou a formação de professores de Língua materna do PROJOVEM Urbano em 2009 e deu assessoria à Secretaria de Educação do Município de Fortaleza em 2011, na produção das Diretrizes Curriculares. Atuou na Université de Bordeaux como professora convidada. Coordena o FLAEL - Fórum de Linguística Aplicada e Ensino de Línguas, desde 2006. Líder do GEPLA - Grupo de Estudos e Pesquisas em Linguística Aplicada. Coordena o Curso de Português Língua Estrangeira. Pesquisas com ênfase no ensino e aprendizagem de línguas, no agir professoral, na formação e no letramento do professor. Realizou o Estágio de Pós-doutorado na Université Sorbonne Nouvelles Paris III e na Universié de Genève.

 
SUBMISSÃO

SUBMISSÃO DE TRABALHOS 2016 (PRORROGADA)

Área de submissão de trabalhos | resumo expandido

 

 

A submissão deve ser realizada enviando o resumo expandido para o e-mail  coloquiolinguas@ifma.edu.br  no período entre 24/05/2016 e 10/06/2016.

 

REGULAMENTO

 

Baixar aqui as normas para elaboração do resumo expandido

 

Baixar aqui o template de submissão (Modelo do resumo expandido)

Baixar aqui o modelo de apresentação no formato  powerpoint

Obs: Não é possível editar os arquivos nos links acima. Os solicitantes devem fazer o download dos arquivos para os seus computadores através do menu: Arquivo/File - Baixar como/ Download as. Para mais informações: coloquiolinguas@ifma.edu.br

 

Agradecemos seu interesse em participar do II COLÓQUIO DE LÍNGUAS DO IFMA

 

Atenciosamente

 

Paula Francineti Ribeiro de Araujo – IFMA/Monte Castelo

Danielle Ferreira Costa – IFMA/Monte Castelo

 

Comitê Organizador | II COLÓQUIO DE LÍNGUAS DO IFMA

 

 

 
INSCRIÇÕES

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